Manutenção de vídeo cirurgia e óticas rígidas

O blog da RD6 traz conteúdos técnicos sobre manutenção hospitalar, óticas rígidas, instrumentais cirúrgicos e vídeo cirurgia, com foco em engenharia clínica, CME e gestão de equipamentos.

Videolaparoscopia: o que é, para que serve e como funciona a manutenção

Videolaparoscopia

A videolaparoscopia é uma técnica cirúrgica minimamente invasiva na qual o cirurgião utiliza uma câmera e instrumentais introduzidos por pequenas incisões para visualizar e realizar procedimentos dentro da cavidade abdominal. A tecnologia é utilizada em diferentes especialidades e depende de um conjunto formado por câmera, fonte de luz, insuflador de CO₂, ótica rígida, trocartes, pinças, […]

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CME / Gestão, Manutenção de Instrumentais, Óticas Rígidas e semi-rígidas, Rastreabilidade

Ressectores KARL STORZ: cuidados na manutenção do elemento de trabalho

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A manutenção de ressectores KARL STORZ exige conhecimento da construção do instrumental, sequência correta de desmontagem, ferramentas apropriadas e peças de reposição compatíveis. Uma tentativa inadequada de reparar um elemento de trabalho pode danificar componentes de isolamento, botões, contatos elétricos e sistemas de travamento, transformando um reparo relativamente simples em um serviço complexo e mais

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Manutenção de Instrumentais, Óticas Rígidas e semi-rígidas, Ressectoscópio

Elemento de trabalho: cuidados com ótica e alça de ressecção RICHARD WOLF

Elemento-de-trabalho

O elemento de trabalho, a ótica de ressecção e a alça de ressecção precisam trabalhar com alinhamento, geometria e isolamento preservados. Quando uma alça apresenta deformação, alteração de angulação, desgaste do isolamento ou perda das características originais, ela pode entrar em contato com a extremidade da ótica e provocar danos no tubo externo, nas fibras

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Manutenção de Instrumentais, Rastreabilidade

TEO (Transanal Endoscopic Operation): como funciona a vídeo cirurgia do reto

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A TEO (Transanal Endoscopic Operation) é uma plataforma de cirurgia transanal minimamente invasiva desenvolvida para permitir acesso endoscópico ao reto e realização de procedimentos em espaço cirúrgico restrito. O sistema utiliza ótica, tubo de operação e instrumentais específicos, incluindo pinças, tesouras, porta-agulhas, irrigadores e outros componentes com formatos adaptados à anatomia e ao campo operatório.

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Manutenção de Instrumentais, Rastreabilidade

Elemento de trabalho bipolar KARL STORZ: manutenção, danos e recuperação

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A manutenção de um elemento de trabalho bipolar pode envolver desmontagem completa, limpeza técnica, remoção de oxidação, recuperação do tubo externo, substituição de componentes de vedação, revisão dos contatos elétricos e remontagem conforme as características construtivas do instrumental. Em modelos KARL STORZ, cada intervenção deve considerar as medidas, tolerâncias, peças compatíveis e orientações específicas aplicáveis

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Manutenção de Instrumentais, Ressectoscópio

Pinça 2×3 dentes KARL STORZ: reparo e manutenção em vídeo cirurgia

Pinca-2x3-dentes

O reparo de uma pinça 2×3 dentes pode envolver desmontagem completa, inspeção do tubo externo, substituição de componentes plásticos e de vedação, recuperação do sistema rotatório, revisão da manopla, restauração superficial, gravação para rastreabilidade e testes finais de funcionamento. No caso apresentado pela RD6, a pinça KARL STORZ de 10 mm chegou com peças quebradas,

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Manutenção de Instrumentais

5 mitos na central de material e esterilização que aumentam o OPEX e prejudicam o SLA

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Na central de material e esterilização, alguns hábitos comuns parecem inofensivos, mas aumentam custo operacional, elevam risco de falha e prejudicam o SLA do hospital. Entre os principais erros estão não acompanhar desgaste porque o instrumental “ainda funciona”, ignorar pequenos sinais de dano, pular visitas de acompanhamento, confundir criticidade com rotatividade e tratar OPEX sem

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CME / Gestão, Manutenção de Instrumentais

Vídeo cirurgia e óticas rígidas: estoque de lentes e peças de reposição

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No reparo de vídeo cirurgia e óticas rígidas, manter um estoque técnico de lentes e peças de reposição é fundamental para garantir agilidade, padronização e qualidade no resultado final. Quando o laboratório trabalha com componentes compatíveis, medidas corretas e controle técnico adequado, o processo de manutenção se torna mais eficiente e a entrega final ganha

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Óticas Rígidas e semi-rígidas, Rastreabilidade

Ressectoscópio Bipolar: reprocesso incorreto, oxidação e danos ao elemento de trabalho

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O ressectoscópio bipolar trabalha com soluções salinas e exige um reprocesso muito bem controlado. Quando a limpeza e o reprocessamento não são feitos de forma adequada, podem ocorrer acúmulo de oxidação, depósito de sujidade e proteína, dano ao isolamento, quebra do tubo externo e comprometimento de partes internas do elemento de trabalho. Na prática, o

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Manutenção de Instrumentais, Ressectoscópio

Manutenção de óticas rígidas: como funciona o processo de manutenção

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O processo de manutenção óticas rígidas e instrumentais de vídeo cirurgia começa na entrada controlada do material, com identificação por número de saída do hospital, abertura de processo, inspeção técnica, emissão de orçamento, armazenamento organizado e separação por etapa até aprovação, chegada de peças e conserto. Quando esse fluxo é bem estruturado, a empresa ganha

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Manutenção de Instrumentais, Óticas Rígidas e semi-rígidas